Na ogół przyjmuje się, że techno powstało z post-dyskotekowej muzyki house, popularnej w Detroit i Chicago, w połowie lat 80. Za początek techno uważa się założoną w 1984 przez grupę kilkunastoletnich, głównie czarnoskórych DJ-ów, uczących się w średnich szkołach w Detroit, polową, nielegalną dyskotekę, pod namiotem, o nazwie "Techno City". DJ-e ci grali tam muzykę opartą na rytmach House, ale tworzoną na bazie wymyślonych przez siebie, całkowicie syntetycznych brzmień. Dyskoteka ta zyskała szybko bardzo liczne grono stałych bywalców, którzy zaczęli się do niej przenosić z bardziej tradycyjnych dyskotek. Po osiągnięciu takiego sukcesu wielu z tych DJ-ów zaczęło jeździć po całych Stanach Zjednoczonych i organizować podobne dyskoteki polowe pod innymi wielkimi miastami.

Raimundos - Baile Funky
Essa mulher t?? me olhando
E me dizendo que me quer no meio
Funk baile funky
Mo?§a bonita do jeito que a n??ga grita
?? na lapada
N??s vamos tirando o sangue

Sul, essa mulher t?? me dizendo
Que a vontade d?? no sul
A b??ssola t?? me dizendo que ela t?? no sul

Voc?? com a arma do lado
Tome cuidado na briga que esse rei na barriga
T?? ficando velho
Alto l?? nego doido
T?? com medo pra que veio
T?? com perna bamba de quem vai morrer

Eu t?´ cansado da TV e do bombardeio da moda
Manda comprar tudo que eu ver
Tudo que ela tem pra vender
Eu t?´ cansado eu sou um calo nos dedo
Da m??o na roda
Que n??o para de crescer
A lei n??o sabe a diferen?§a o que ?© ser e ficar louco
O rem?©dio ?© t??o forte que mata cada dia um pouco
Se todo excesso fosse visto como fraqueza
E n??o como insulto
J?? me tirava do sufoco

A porta t?? sempre aberta pro povo

Casca do cerrado chegaram os mortos de fome
Sujeira de outra parte que vem pra sujar seu nome
Eu te falei que o ladr??o que rouba mesmo
?? bem vestido e eu vi de monte
Essa zoada no telhado ?© o vento que a vida leva
?? o pensamento antiquado, te apaga queimando a erva
Enraizado fica o dono do p?© que finca na terra
E faz a ponte
Povo de Z?© ofensa

?? na igreja que o povo esvazia as bolsa
Tem quatro santos, tr??s queimando o kunk

Decidindo o destino dos outros como se fosse Deus
Atr??s da mesa o a?§ougueiro comanda
E a intoler??ncia me manda de novo pro banco dos r?©us
Armando com propaganda.
Naquela teia de aranha tem cobra, cachorro e rato
E o rem?©dio pra matar ?© verde e feito de mato
Chegou a hora de mudar, de por sangue novo
E deixar essa porta sempre aberta pro povo

Casca do cerrado chegaram os mortos de fome
Sujeira de outra parte que vem pra sujar seu nome
Eu te falei que o ladr??o que rouba mesmo
?? bem vestido e eu vi de monte
Essa zoada no telhado ?© o vento que a vida leva
?? o pensamento antiquado, te apaga queimando a erva
Enraizado fica o dono do p?© que finca na terra
E faz a ponte

A justi?§a n??o me olha porque ?© cega
Mas o seu dinheiro na carteira ela enxerga
A lei do c??o n??o ?© nada mais que a pr??pria lei do homem
E quanto mais eu olhava aumentava a cren?§a
De que o guarda do seu lado n??o ?© nada que voc?? pensa
Pro povo do cerrado
Do alto do Colorado
Tem outro nome
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